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Tiago Brunet - Cumpra os princípios para Deus cumprir as promessas
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  • Author: Tiago Brunet
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  • Date Published: 2017. 5. 26.
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Quais são os 7 princípios de Deus?

Os princípios Bíblicos aplicados são: Caráter, União, Auto Governo, Semear e Colher, Mordomia, Soberania e Individualidade.

Quais são os principais princípios de Deus?

Princípios
  1. Aliança/União: Mesmo sendo muitos, somos um corpo em Cristo e membros uns dos outros (Rm 12:5). …
  2. Caráter: O desejo de Deus é formar a imagem e a natureza de Jesus em nós, ou seja, formar o caráter de Cristo em nós (Gn 1:26). …
  3. Mordomia: …
  4. Autogoverno: …
  5. Semear e colher: …
  6. Individualidade: …
  7. Soberania:

Qual o primeiro princípio de Deus?

Quais são as leis e o caminho por meio dos quais recebemos [as bênçãos da glória celestial]? Bem, temos os primeiros princípios e ordenanças do evangelho—a fé, o arrependimento, o batismo e o dom do Espírito Santo; e no reino de Deus há leis que nos ensinam o caminho da perfeição.

Quais são os princípios de um cristão?

Os sete princípios são: Soberania, Autogoverno, Mordomia, Individualidade, Caráter, Aliança e Semeadura e Colheita.

Os 7 princípios bíblicos

Neste blog, respeitamos toda e qualquer religião ou manifestação de espiritualidade. Contudo, sendo o Brasil um país predominantemente cristão, é natural que muitos dos nossos valores sejam associados a Jesus Cristo e à Bíblia Sagrada. Mesmo que a sua fé seja distinta, ou mesmo que você não tenha nenhuma crença espiritual, esses princípios podem ser importantes valores na condução das diferentes áreas da sua vida.

Um princípio é uma ideia ou pensamento que orienta a conduta de um indivíduo ou sociedade. Neste artigo, você conhecerá 7 princípios bíblicos que se mantêm úteis, relevantes e essenciais ao longo do tempo. Boa leitura!

1. Caráter

O caráter é o conjunto de características de um indivíduo, o que inclui as suas qualidades, fraquezas e hábitos. Portanto, todas as pessoas têm caráter. A verdadeira questão é se esse caráter é bom ou mau. Diz a Bíblia que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, colocando dentro dele um caráter essencialmente virtuoso.

No entanto, toda pessoa tem o livre-arbítrio para conduzir a sua vida da forma como deseja, o que pode incluir o desenvolvimento de vícios ou de virtudes. A edificação de um caráter positivo depende não apenas dos ensinamentos que recebemos dos nossos pais e mentores, mas também das lições que nós mesmos somos capazes de extrair de cada acontecimento da vida.

Perseverança, justiça, ética, mansidão, resiliência, paciência, humildade, altruísmo, empatia — estes são alguns dos pilares de um caráter essencialmente positivo. Eles podem ser desenvolvidos com base naquilo que aprendemos, nas experiências que vivenciamos e nas pessoas que tomamos como exemplo. Por isso, atente-se ao conhecimento que você adquire e às pessoas que você tem admirado.

2. Mordomia

Neste contexto, a palavra “mordomia” não se refere ao luxo material, mas à nossa capacidade de zelar e cuidar de tudo aquilo que temos, sejam bens materiais ou imateriais. Você que agora lê este texto tem um nome, um corpo, uma mente, uma casa, uma família, um emprego, amigos, valores, sonhos, desejos, roupas, carros, alimentos, talentos, competências, capacidades, habilidades, enfim, uma série de bens que lhe foram concedidos.

O princípio da mordomia consiste em ser grato por tudo o que foi recebido e em fazer um bom uso de todos esses itens. Cada um deles representa uma maneira pela qual você pode fazer do mundo um lugar melhor.

Por isso, questione-se: você tem cuidado adequadamente do seu corpo? Da sua mente? Da sua família? Da sua casa? Do seu trabalho? Das suas habilidades? Dos seus conhecimentos? Todos esses bens, sejam eles tangíveis ou intangíveis devem ser cuidados com zelo. O oposto da mordomia é a negligência.

3. Semeadura e colheita

O agricultor sabe que a sua colheita depende da semeadura. Isso quer dizer que a qualidade dos vegetais que colher dependerá da qualidade da semente que plantar, da terra que preparar, do respeito ao tempo de amadurecimento, da administração correta da luz e da água, entre outras questões.

Basicamente, esse princípio metafórico pode ser resumido na ideia de que os resultados que obtemos na vida dependem dos nossos pensamentos e atitudes. Se você deseja ser um profissional bem-sucedido, por exemplo, precisa estudar, manter uma boa rede de contatos e acumular experiências que lapidem as suas habilidades.

Assim como a semente cresce em solo fértil, também nós devemos tornar mais férteis os diferentes campos da nossa vida, por meio do conhecimento e do planejamento. Além disso, é preciso ter paciência para entender que os resultados vêm na hora certa, de modo que não vale a pena “cortar caminhos”. Os frutos precisam do tempo da natureza para que amadureçam. Em nossas vidas, não é diferente.

4. Autogoverno

A narrativa bíblica diz que Deus deu ao ser humano a razão e a racionalidade, além dos outros instintos que também estão nos outros animais (de sobrevivência, de alimentação, de reprodução etc.). Isso confere ao homem o chamado autogoverno, isto é, a capacidade de governar a si mesmo e de responsabilizar-se pelos seus atos.

O homem, dotado da razão e da consciência, deve planejar o seu futuro, administrar as suas emoções, respeitar o próximo e controlar o seu comportamento, constituindo uma sociedade civilizada. Seja na lei dos homens, seja na lei de Deus, é fato que existem regras que norteiam o convívio das pessoas umas com as outras e com a natureza.

O autogoverno é a consciência pessoal de que atos têm consequências, que podem ser positivas ou negativas. Essa consciência deve vir acompanhada da capacidade de lidar com essas consequências, assumindo a responsabilidade por quem somos e pelo que fazemos. A nossa liberdade é vasta, mas jamais deve desrespeitar a liberdade do outro. Autogovernar-se é desenvolver essa responsabilidade.

5. Soberania

O princípio do autogoverno nos revela que Deus deu ao homem a liberdade e a responsabilidade de lidar com os seus próprios atos. No entanto, ele também deu ao homem o princípio da soberania. Sendo o homem o único animal racional, passou ele a ser o responsável pela criação divina.

Por isso, o homem é soberano no mundo. Ele tem poder sobre todas as criaturas e sobre a natureza, devendo extrair dela os recursos de que necessita para sobreviver, para prosperar e para transformar o mundo num lugar melhor.

No entanto, a soberania do homem jamais será maior do que a soberania de Deus. Assim, por mais poder que um homem tenha recebido em sua vida terrena, a natureza também tem as suas próprias regras, das quais o ser humano também faz parte. Por isso, como diz a sabedoria popular: “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

O pai educa o filho, o professor instrui o aluno, o juiz julga o cidadão, o chefe orienta o funcionário, o ser humano comanda todas as demais criaturas. O poder se manifesta de diferentes maneiras, mas, em todas elas, deve ser exercido com respeito, caso contrário, torna-se autoritarismo.

6. Individualidade

O sexto princípio bíblico é o da individualidade. De acordo com ele, assim como cada órgão tem uma função específica no corpo, também cada indivíduo que vem ao mundo tem uma função específica para existir. É por isso que as pessoas têm diferentes talentos, conhecimentos, competências, personalidades e propósitos de vida.

Cada indivíduo é único, e é a soma das nossas diferenças o que nos fortalece enquanto grupo e sociedade. Contudo, para que isso ocorra de forma harmônica, é primordial que as pessoas respeitem-se umas às outras, sem que uns acreditem ser melhores do que outros.

Esse princípio revela, ainda, que todo indivíduo é único, com as suas qualidades e com os seus pontos que ainda precisam de melhorias. Nenhuma pessoa é perfeita, mas todas são dignas de respeito e consideração.

7. Aliança

Em complemento ao item anterior, é importante ressaltar que, por mais que cada indivíduo seja único, o ser humano é social em sua natureza. Nós dependemos uns dos outros e necessitamos do convívio com os nossos semelhantes. É por isso que as diferentes áreas da vida são conduzidas em família, em casamentos, em círculos de amizade, em escolas, em empresas, em comunidades de vizinhos, em cidades, em nações etc.

Mesmo com tantas diferenças, somos responsáveis por nós mesmos e pelo bom convívio que devemos ter com os outros. Compartilhamos o mesmo tempo e o mesmo espaço, de modo que é necessário manter um espírito de união e de aliança. Essa aliança é, portanto, o que une todos os homens, todos os demais seres vivos e toda a natureza ao seu criador: Deus.

Estes são os 7 princípios bíblicos, que devem orientar a vida dos cristãos de todo o mundo. Contudo, mesmo que você não professe essa fé, certamente poderá extrair boas referências desses princípios, de modo que possa conduzir a sua existência de forma ética, saudável, feliz e produtiva!

Qual dos princípios acima mais falou ao seu coração? Por quê? Deixe as suas respostas com um comentário no espaço abaixo. Por fim, lembre-se de compartilhar este artigo nas suas redes sociais. Leve esta reflexão a todos os seus amigos, familiares, colegas de trabalho e a quem mais possa se beneficiar destes princípios!

Imagem: Por tomertu

EDUCAÇÃO POR PRINCÍPIOS

EDUCAÇÃO POR PRINCÍPIOS

A Educação por princípio é baseada em um referencial fundamental resultante da união de Princípios Cristãos ao currículo escolar exigido por lei. É a forma de ensinar e aprender que coloca a Palavra de Deus no coração de cada matéria e ensina o aluno como pensar e aprender.

Os princípios Bíblicos aplicados são: Caráter, União, Auto Governo, Semear e Colher, Mordomia, Soberania e Individualidade.

Diferencial

O principal diferencial da educação por princípios é a capacidade de transmitir ao aluno conhecimento e valores que o capacitem a uma participação construtiva na sociedade, ensinando-o agir de forma crítica, desenvolvendo bons hábitos, corrigindo temperamentos, enfim trabalhando o caráter de cada

aluno.

O processo de ensino e aprendizagem envolve: pesquisa, raciocínio, relacionamento, registro/ aplicação; Abordagem tutorial que identifica o estilo de aprendizagem de cada aluno; Princípios de caráter cristão permeiam todo o processo de ensino e aprendizagem; Perspectiva providencial da História; Participação integrada da família.

O sistema educacional baseado na Educação por Princípios integraliza filosofia (o porquê), currículo (o quê) e metodologia (o como) cristã.

Conheça mais sobre cada princípio >>

Educação por princípios – Colégio Judá

1. Aliança/União:

Mesmo sendo muitos, somos um corpo em Cristo e membros uns dos outros (Rm 12:5). Apesar de sermos diferentes, necessitamos uns dos outros e precisamos respeitar os nossos irmãos (1Pe 1:3-8).

Nossos alunos aprendem em todo o tempo a importância da aliança e união. Mesmo nas atividades mais simples do colégio, eles estão sempre aprendendo como fazer e refazer esse princípio, quando por alguma circunstância tenham-no quebrado. Amigos que se respeitam, fazem as pazes, se ajudam. Nós investimos nesses valores para que nossas crianças sejam verdadeiros seres humanos!

2. Caráter:

O desejo de Deus é formar a imagem e a natureza de Jesus em nós, ou seja, formar o caráter de Cristo em nós (Gn 1:26).

Muitos valores são ensinados através do caráter aos alunos do Judá, com objetivo de formarmos adultos fortalecidos mental e emocionalmente, que sabem seu valor e também valorizar e respeitar o seu próximo.

3. Mordomia:

Administrar, guardar, cuidar aquilo que é deixado sob nossa responsabilidade (Gn 2:15).

Toda a criação de Deus foi nos dada para administrar! É nosso dever cuidar e manter tudo de forma que não apenas nossa geração usufrua, mas também as próximas. Desde pequenos, nossos alunos aprendem a importância desse princípio!

4. Autogoverno:

É saber controlar nosso comportamento e atitudes em casa, com os pais e irmãos, na escola, na igreja, com os amigos, etc. Quando temos autogoverno, domínio próprio, somos capazes de cumprir as regras sem dificuldades, mesmo que não gostemos delas (Pv 25:28).

A escola é um ambiente onde os alunos experimentam uma série de sentimentos e emoções diferentes num mesmo dia. O Judá trabalha para que eles aprendam a se conhecer, se controlar e gerenciar tudo isso. Nós acreditamos que esse princípio aplicado agora, transformará nossos alunos em adultos equilibrados, seguros e conscientes!

5. Semear e colher:

Princípio da causa e efeito. Cada atitude nossa, palavra ou gesto, é uma semente, e de cada uma dessas sementes, vamos receber os frutos correspondentes (Gl 6:7b).

Nossos alunos aprendem que tudo o que for semeado será colhido, como no projeto Horta na Escola, onde eles plantam, cultivam e colhem o fruto do seu trabalho. Também são ensinados a semear o bem e o amor, através de suas atitudes. No Judá, todos são educados para amar!

6. Individualidade:

Apesar de sermos todos criados por Deus, somos diferentes e únicos para Ele. Precisamos aprender a conviver com os outros, respeitando essas diferenças (Rm 12:4-8).

Cada um de nós foi criado por Deus de forma especial, com talentos e qualidades únicos, que precisam ser respeitados e valorizados. No Judá, os alunos entendem que são amados e respeitados e são estimulados a amar e respeitar seus amigos, professores, pais e familiares!

Os Primeiros Princípios e Ordenanças do Evangelho

Ele ensinou também: “O conhecimento de Deus e Jesus, Seu Filho, é essencial para a vida eterna, mas a obediência aos mandamentos de Deus deve preceder a aquisição desse conhecimento ou inteligência”. 2

“As leis de Deus concedidas à humanidade estão contidas no plano do evangelho, e a Igreja de Jesus Cristo é responsável por ensinar essas leis ao mundo. Elas são dadas por nosso Pai Celestial com um só propósito: para que nós que somos governados pela lei também sejamos preservados por ela e aperfeiçoados e santificados, ou seja, para que nos tornemos santos. (Ver D&C 88:34.) O maior de todos os dons de Deus para nós é o da salvação em Seu reino.” 1

O desejo de todo santo dos últimos dias fiel é tornar-se puro e santificado em seu caráter e sua vida. O Presidente Harold B. Lee ensinou que a maneira de alcançarmos a pureza e a santi- dade é aceitarmos os quatro primeiros princípios e ordenanças do evangelho—a fé no Senhor Jesus Cristo, o arrependimento, o batismo e o recebimento do dom do Espírito Santo—e perseverarmos até o fim, obedecendo a todos os mandamentos de Deus. Ele disse:

Ensinamentos de Harold B. Lee

O que é fé e como ela nos orienta em nosso empenho para alcançar a vida eterna? A fé aplicada à religião é seu princípio fundamental e, de fato, é a fonte de toda a retidão que guia os esforços do homem para alcançar a vida eterna no mundo vindouro. Centra-se em Deus, que pela fé é reconhecido como a fonte de todo poder e sabedoria do universo e a Inteligência governante de “todas as coisas visíveis ou invisíveis que demonstrem Sua sabedoria”. Por meio da fé em Deus, vocês também (…) podem sintonizar-se com o Infinito e, pelo poder e sabedoria concedidos pelo Pai Celestial, dominar os poderes do universo e fazer com que ajam a seu favor nos momentos de necessidade, para que resolvam problemas grandes demais para sua força ou inteligência humanas. Como podemos desenvolver essa fé? A resposta é: pelo estudo, pelo trabalho e pela oração. O Apóstolo Paulo perguntou: “Como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?” (Romanos 10:14) Eles não têm como responder, mas nós sim. Assim, só podemos desenvolver a fé ao ouvirmos a palavra de Deus ensinada por pregadores da ver- dade. A pregação da verdade relativa a Deus e Seus desígnios foi comparada ao cultivo de uma semente, que se for boa germinará e crescerá em nosso coração caso estejam presentes as seguintes condições: primeiro, ela deve ser plantada no solo rico e fértil da sinceridade e do desejo real; segundo, deve ser cultivada por meio do estudo diligente e da reflexão; terceiro, deve ser regada pelo maravilhoso “orvalho” espiritual e iluminada e aquecida pelos raios da inspiração advinda da oração humilde. A colheita só é possível para a pessoa que age de acordo com as verdades que aprendeu, transforma sua vida pecaminosa e preenche seus dias com uma conduta condizente com os mandamentos de Deus, em quem ela tem fé, e com serviço ao próximo.3 Por meio da fé, os mandamentos do decálogo concedidos no Monte Sinai deixam de ser meros lugares-comuns filosóficos para tornarem-se a trovejante voz da autoridade celeste, e os ensinamentos dos profetas tornam-se a palavra revelada de Deus para guiar-nos rumo a nosso lar celestial. (…) Por meio da fé, compreenderemos que tudo que contribuir na vida para o padrão ensinado por Jesus—“Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” [Mateus 5:48]—é para nosso benefício eterno, ainda que esse processo purificador envolva punições severas de um Deus onisciente, “porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho”. [Hebreus 12:6]4 Todo filho precisa aprender que a fé necessária à perfeição só pode ser desenvolvida por meio do sacrifício. E a menos que aprenda a sacrificar seus apetites e desejos [físicos] para obedecer às leis do evangelho, não poderá ser santificado e consagrado diante do Senhor.5

Por que o arrependimento diário é necessário? Para que o bem prospere, deve ser cultivado e exercido por meio da prática constante. E para que sejamos verdadeiramente justos, precisamos, por meio do arrependimento diário de nossos pecados, podar o mal que surgir em nosso caráter. E quais são os passos que precisamos seguir nessa jornada do arrependimento para sermos dignos do perdão de Deus, por meio da redenção do sacrifício expiatório do Mestre e dos privilégios da vida eterna no mundo vindouro? O Pai, onisciente, antevendo que muitos cairiam em pecado e que todos precisariam arrepender-se, concedeu-nos ensinamentos de Seu evangelho e por meio de Sua Igreja o plano de salvação, que define com clareza o caminho do arrependimento. Primeiramente, aqueles que cometerem pecados devem confessá-los. “Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados—eis que ele os confessará e abandonará”. (D&C 58:43) Essa confissão precisa ser feita primeiro à pessoa mais prejudicada por nossos atos. A confissão sincera não significa apenas admitir a culpa depois que já houver evidências incontestáveis do erro. Se “[ofendermos a muitos] publicamente”, precisamos reconhecê-lo abertamente e diante daqueles a quem tenhamos ofendido a fim de demonstrarmos nossa vergonha, humildade e disposição de receber a merecida repreensão. Caso o erro tenha sido cometido em segredo e resultado em malefícios apenas para nós mesmos, a confissão deve ser feita em segredo, para que o Pai Celestial, que vê em segredo, nos recompense abertamente. Os atos que possam afetar nossa condição de membros da Igreja ou nosso direito a privilégios ou progresso na Igreja devem ser confessados sem demora ao bispo a quem o Senhor designou como pastor do rebanho e comissionou para ser um juiz em Israel. Ele ouvirá a confissão em segredo e procederá com justiça e misericórdia, de acordo com cada caso. (…) Após a confissão, a pessoa em pecado deve mostrar os frutos do arrependimento por meio de boas obras, que deverão exceder as ruins. Deve fazer a restituição até onde lhe for possível restaurar o que foi retirado ou reparar o dano causado. Aquele que se arrepender de seus pecados dessa forma e os abandonar completamente, sem jamais os repetir, tem direito à promessa de perdão de seus pecados, caso não tenha cometido o pecado imperdoável. O profeta Isaías ensinou: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” (Isaías 1:18.)6 Sejamos sinceros. Todos nós já fizemos algo que não deveríamos ou negligenciamos coisas que deveríamos ter feito. Todos já cometemos erros e todos precisamos arrepender-nos. O diabo, tão astuto, quer que acreditemos que, uma vez cometido um erro, por que não continuar cometendo? É Satanás tentando dizer-nos que não há volta. Mas precisamos voltar-nos para o que é certo e, por meio do arrependimento, afastar-nos do que fizemos de errado e jamais sofrer recaídas. O Senhor disse: “Segui vossos caminhos e não pequeis mais; mas à alma que pecar [novamente] retornarão os pecados passados, diz o Senhor vosso Deus”. (D&C 82:7)7 Caso vocês tenham incorrido em erros, comecem hoje mesmo a mudar sua vida. Distanciem-se do que estão fazendo de errado. O mais importante de todos os mandamentos de Deus é aquele que tenhamos a maior dificuldade para cumprir hoje. Seja um problema com a honestidade, com a lei da castidade, com a falsidade ou com a mentira, hoje é o dia de trabalharem para vencer tal pecado, até conseguirem. Resolvam o problema e, em seguida, passem para o próximo que lhes seja mais difícil sobrepujar. Eis a forma de santificarem-se por meio da obediência aos mandamentos de Deus.8

Por que o batismo constitui uma preparação necessária para o encontro com Deus? Quando entramos nas águas do batismo, fizemos convênio com o Senhor de que faríamos tudo em nosso poder para guardar Seus mandamentos, compreendendo que Suas promessas nos seriam concedidas e que Sua glória seria derramada sobre nós para todo o sempre. Prometemos que conduziríamos nossa vida de maneira a servir de testemunhas de Deus em todos os lugares e ocasiões, mesmo até a morte. [Ver Mosias 18:8–10.] Foi esse convênio que assumimos quando nos batizamos e nos tornamos membros desta Igreja.9 O batismo por imersão para a remissão de pecados (…) é para aqueles que tenham alcançado a idade da responsabilidade. Constitui uma preparação necessária para voltarmos à presença de Deus. É dessa forma que nos tornamos “filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo”. (Gálatas 3:26–27) Em outras palavras, por meio do batismo, receberam “o poder de tornarem-se filhos e filhas de Deus”. [Ver Mosias 5:7.] É assim que aplicamos a nós mesmos o sangue expiatório de Cristo, a fim de recebermos o perdão de nossos pecados e purificarmos o coração. [Ver Mosias 4:2.] Para sermos dignos de tal perdão depois de já termos sido batizados, precisamos humilhar-nos e invocar o Senhor diariamente, andando firmemente na luz dos ensinamentos do evangelho. (…) (…) Somente aqueles que se arrependerem e forem batizados para a remissão de pecados gozarão a plenitude das bênçãos do sangue redentor de Sua expiação.10 O próprio Salvador foi batizado por João Batista, como Ele disse, para “cumprir toda a justiça”. (Mateus 3:15) Se precisou ser assim com Ele, e conosco? Ele disse a Nicodemos: “Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”. (João 3:5) Ao ensinar sobre o batismo, o Mestre não deixou dúvidas sobre o propósito dessa ordenança. “E nada que seja imundo pode entrar em seu reino; portanto nada entra em seu descanso, a não ser aqueles que tenham lavado suas vestes em meu sangue, por causa de sua fé e do arrependimento de todos os seus pecados e de sua fidelidade até o fim.” (3 Néfi 27:19) Foi por isso que Pedro exortou seus ouvintes: “Arrependeivos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo”. (Atos 2:38) Por meio do batismo realizado por alguém que possua autoridade, as pessoas podem de fato lavar as vestes no sangue do Filho de Deus, que expiou os pecados de todos os que O receberem e entrarem pela porta do aprisco por meio do batismo. “Mas se não se arrependerem”, declarou o Salvador com clareza, “terão que sofrer assim como eu sofri.” (D&C 19:17)11

De que forma o Espírito Santo nos guia à presença do Senhor? Depois de batizarem os membros, os élderes impõem as mãos sobre sua cabeça, confirmam-nos membros da Igreja e dizem: “Recebe o Espírito Santo”. Então, poderão repetir as palavras dirigidas pelo Mestre a Seus discípulos quando lhes falou do Consolador ou Espírito Santo que haveria de vir: Ele nos fará lembrar de todas as coisas. Ensinará todas as coisas. Mostrará o que está para vir. [Ver João 14:26; 16:13.] Assim, se eu estivesse confirmando-os membros da Igreja, eu lhes conferiria o dom do Espírito Santo—uma lâmpada para seus pés e um guia em seu caminho—que lhes ensinaria todas as coisas, faria com que se lembrassem de todas as coisas e anunciaria as coisas que have- riam de vir.12 O Senhor declarou: “E este é o meu evangelho: Arrependimento e batismo na água, e depois o batismo do fogo e do Espírito Santo, sim, o Consolador, o qual manifesta todas as coisas e ensina as coisas pacíficas do reino”. (D&C 39:6) Quando uma pessoa conta com o dom do Espírito Santo, possui o que é necessário para receber por revelação todos os princípios e ordenanças de salvação exigidos do homem aqui na Terra.13 Podemos dizer com propriedade que, quando alguém é batizado pela água e recebe as bênçãos do Espírito pela imposição de mãos, passa por um renascimento. É um novo nascimento porque ele foi trazido da morte espiritual para a presença de um membro da Trindade, o Espírito Santo. É por isso que dizemos: “Recebe o Espírito Santo” ao confirmar alguém. Esse dom é conferido aos seguidores que forem fiéis e viverem de modo a serem merecedores dessa bênção, o direito à comunhão com um ser da Trindade a fim de sobrepujar a morte espiritual.14 O batismo por imersão simboliza a morte e o sepultamento do homem pecador. A saída da água representa a ressurreição e uma nova vida espiritual. Depois do batismo, o recém-converso recebe a imposição de mãos e é abençoado com o Espírito Santo. Assim, é-lhe concedida a promessa ou dom do Espírito Santo, ou o privilégio de ser levado de volta à presença de um membro da Trindade. Pela obediência e fidelidade, alguém que tenha recebido tal bênção pode ser guiado e orientado pelo Espírito Santo em seu cotidiano, assim como Adão falava e conversava no Jardim do Éden com Deus, seu Pai Celestial. Receber tal orientação e direção do Espírito Santo é renascer espiritualmente.15 Nos princípios básicos do evangelho—a fé, o arrependimento, o batismo e o recebimento do dom do Espírito Santo, por meio do qual todas as coisas podem ser reveladas— começaremos a compreender o que Joseph Smith queria dizer ao responder, quando lhe perguntaram certa vez por que sua igreja era diferente de todas as outras, que é porque temos o Espírito Santo. [Ver History of the Church, 4:42.] É com esse poder mediante o qual todas as coisas podem ser reveladas que a plenitude do evangelho de Jesus Cristo pode ser estabelecida.16

Princípios cristãos

Princípios cristãos

Webster definiu princípios como: “a causa, fonte ou origem de algo; aquilo do que procede; uma verdade geral; uma lei que compreende muitas verdades subordinadas; como os princípios de moralidade, de lei, de governo, etc.”

As Escrituras foram criadas por Deus com o propósito de guiar o raciocínio humano. O Criador dos seres humanos estabeleceu uma ordem moral no universo, sabendo que a razão humana, se deixada sem um guia divino ou regra de ação, encheria o mundo de desordem, crime e miséria. Webster

Os sete princípios fundamentais ou princípios de governo utilizados na ABORDAGEM EDUCACIONAL POR PRINCÍPIOS, da forma como conhecemos, foram inicialmente percebidos na história cristã da constituição e da sociedade americana, também identificados no contexto bíblico no livro de Gênesis, logo na descrição inicial das atribuições do homem diante da sua responsabilidade de mordomo-mor da Terra recém-criada. Eles são padrões de pensamento pelos quais o criador estabeleceu o mundo. Deus é o soberano do universo, portanto os princípios da sua palavra são princípios governamentais.

Os sete princípios são: Soberania, Autogoverno, Mordomia, Individualidade, Caráter, Aliança e Semeadura e Colheita.

Estes princípios fazem parte do método PRRR utilizado no Colégio Cristão Pró Saber e estabelecem padrões de raciocínio em todas as disciplinas estudadas.

Princípio de Soberania

Segundo o dicionário, soberania quer dizer: poder supremo, autoridade moral, autoridade do soberano, qualidade ou estado do que é soberano.

Este princípio é elaborado a partir da compreensão de que está em Deus a fonte de todo poder. Ele é a fonte de toda autoridade, lei de governo e é definida em Sua palavra e manifesta em toda a Sua criação. Deus nos constituiu “senhores de nós mesmos” como reflexo da sua própria soberania. Não somos marionetes, nossas decisões devem ser dirigidas por Sua vontade à qual voluntariamente nosso coração se submete.

“O Senhor Reina e reinará eterna e perpetuamente. ” (Êxodo15:18)

Deus que é onipresente, onisciente e onipotente, Aquele que vive e viverá eternamente é o mesmo Deus que lhe criou e quer que você tenha vida em abundância, que você seja feliz e, para isso, entregou o Seu próprio Filho para que você tenha tudo o que precisa. A única coisa que Ele lhe pede é que você confie n’Ele, entregue sua vida a Ele e reconheça a Sua soberania, o Seu senhorio sobre todas as áreas da sua vida.

Como os princípios são aplicados?

Na aula de história do 4º ano sobre os primeiros seres humanos e sobre o evolucionismo, através do método PRRR, os alunos realizaram a pesquisa de palavras, realizaram a fundamentação bíblica e raciocinaram com os princípios. Veja um exemplo:

Fundamentação Bíblica – Hebreus 11:3 “Pela fé entendemos que o Universo pela Palavra de Deus foi criado; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é visível. ”

Ideia Guia da aula – Existem algumas teorias sobre o surgimento da humanidade, mas como cristãos devemos entender e crer que tudo foi criado pelas mãos do nosso Deus.

Princípio de Soberania – Deus é o Criador de todas as coisas. O Universo foi criado, de modo que o visível veio a existir do invisível. E tudo o que Deus criou é perfeito e único.

No final da pesquisa os alunos são instruídos a escreverem um texto registrando o que aprenderam relacionando o conteúdo com os princípios bíblicos como este exemplo:

Existem duas teorias sobre a origem da vida: a Criação e a Evolução.

A Criação diz que Deus criou o Universo e tudo que nele há, com muita criatividade. A Bíblia nos explica, com detalhes, como aconteceu a Criação e pela fé nós cremos, porque acreditamos que a Bíblia é a Palavra de Deus e ela é verdadeira.

Na Evolução, a Terra se originou de partículas cósmicas, e com o passar do tempo (bilhões de anos) os seres vivos foram evoluindo até chegar os primeiros ancestrais do ser humano (Lucy, fóssil encontrado na África há três milhões de anos). Os seres vivos se originaram de uma bactéria, e com o passar dos anos (bilhões de anos) elas foram evoluindo.

Diversos povos buscam compreender a origem dos seres humanos por meio de mitos. Mito são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que não eram compreendidos por eles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram.

Em muitos deles, a criação dos seres humanos aconteceu junto a criação do mundo.

Cremos que tudo foi criado pelas mãos de Deus, o Criador maravilhoso que criou o Universo e tudo que nele existe, toda a criação mostra a glória de Deus, e assim como Ele é toda sua criação também se torna imensurável.

Eu não sei você, mas depois de compreender a Abordagem de Educação por Princípios eu não consigo entender como um cristão pode permitir que seu filho estude em um colégio onde as Sagradas Escrituras não reinam!

Já disse Lutero:

Os Sete Princípios: Estabelecendo o Raciocinar por Princípios

Por Elizabeth Youmans.

Princípio semanticamente é definido como “origem, causa primeira, aquilo do que algo procede”. No contexto de ensino e educação, refere-se a um padrão de pensamento, um referencial básico. Num sentido figurado um princípio também pode ser comparado a uma semente.

A semente contém “o todo da planta de forma embrionária”, que irá se manifestar posteriormente. A planta inteira, uma árvore, tem todo o seu potencial dentro de uma única semente. Uma semente também tem caráter expansivo, pois se expandirá se tiver às condições de vida adequadas e crescerá assim, muito mais visível, belo e grandioso. A semente é um símbolo natural do processo de educação por princípios. Um princípio ou ideia relacionada a um padrão de pensamento, fazem o mesmo no pensamento do que a semente faz no solo.

Nossa alma é como um jardim ou um ‘ventre’, reproduz os pensamentos e eles se expandem. Uma vez que um padrão de pensamento é semeado na nossa mente e o temos regado com a vida de Cristo através da Palavra e ministério do Espírito, ele enraíza e cresce para proporcionar direção, discernimento e a verdadeira sabedoria para que se possa aplicar o senhorio de Cristo em todas as áreas da vida. Um padrão de pensamento é um hábito, um canal ou um processo de conectar ideias de acordo com generalizações que expressam a raiz da nossa alma. Essa é a razão porque é tão importante ter princípios e padrões de pensamentos que expressem diretamente a natureza de Cristo.

Um princípio é absoluto, aplicável em qualquer situação e época.

1. O Princípio da Individualidade de Deus:

Todas as coisas no universo de Deus revelam Sua infinitude e diversidade. Cada pessoa é criação única de Deus destinada a expressar a natureza da individualidade de Cristo na sociedade. Pais e professores cultivam o desenvolvimento e desabrochar dos talentos que Deus colocou em cada criança.

a. Há somente um Deus. Ele é o Criador do universo. Deus é infinito, onisciente, diverso e único.

b. Tudo que Deus fez revela o Seu caráter e controle.

c. Deus é a única fonte, origem e causa de uma existência distinta e separada.

d. Deus criou o homem à Sua imagem. Cada um reflete a sua individualidade. Como obras de Deus, cada indivíduo possui nobreza, dignidade e valor eterno.

e. Deus me criou único. Sou especial, a ninguém igual. Deus tem um plano para minha vida, Ele me fez segundo Seus propósitos.

Efésios 2:10: Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras.

O princípio da individualidade de Deus dá origem à visão Cristã do homem e governo. Enobrece cada ser humano com dignidade e valor independente de contribuições feitas ou não ao seu grupo ou estado. Entender esse conceito básico da visão Cristã do homem traz grandes implicações para o ensino e aprendizado! Pais e professores devem trazer à tona o potencial completo de Cristo em cada criança. Existe uma porção única da expressão da glória de Deus a ser revelada por cada um de nós, pois somos exclusivos.

2. O Princípio Cristão de Autogoverno:

De maneira simples, o princípio Cristão do autogoverno começa com Deus reinando internamente do coração do crente. Para que haja verdadeira liberdade, o homem deve ser governado internamente pelo Espírito de Deus e não por forças externas. O Governo é primeiro individual, e daí se estende à casa, igreja, comunidade e nação. “Ninguém sabe governar um reino a menos que saiba administrar uma província; nem tampouco pode governar uma Província aquele que não ordena uma Cidade; nem pode ordenar uma Cidade aquele que não sabe regulamentar uma vila e que não pode guiar uma Família; nem ainda pode o homem governar bem uma Família se não governa a si próprio; nem mesmo pode governar a si próprio a menos que sua Razão seja Senhor e Vontade e Apetite seus Vassalos; nem pode a Razão dominar a menos que seja ela mesma governada por Deus e (totalmente) obediente a Ele.” (Hugo Grotius, Pastor Puritano, 1654)

1 Timóteo 3:5: Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

“O autogoverno Cristão é o senhorio de Cristo operando no crente, possibilitando que as leis e princípios do Reino de Deus governem as decisões e escolhas do indivíduo que inevitavelmente afetarão a ele, a sua casa, igreja, sociedade, local de trabalho e governo civil. É a decisão interna da vontade do indivíduo de escolher o caminho mais elevado (a Cruz) que permite que Deus e Sua Palavra governem internamente no coração do crente de maneira voluntária.” (Elizabeth Youmans) Provérbios 16:32: Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Deus ordenou o governo civil para o bem do homem, e lhe deu a responsabilidade de dirigir o fluxo do poder para o exercício das funções do governo. (ver Glossário). Quando o homem raciocina com a revelação de Deus, a Bíblia Sagrada, então o governo de Deus e Sua Palavra fluem através do indivíduo e é revelado em cada esfera do governo. (Grotius) Na Nova Aliança, as leis de Deus são escritas em tábuas de carne do coração. O autogoverno cristão faz das leis de Deus o requerimento do coração. A questão que deve ser posta é “Quem ou o que é o senhor da minha vida, do meu pensar, do meu raciocinar hoje?” “Quem ou o que está no controle?” Jeremias 31:33: “Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.

3. Caráter Cristão:

“Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” II Co 3:18

O Caráter Cristão é a imagem de Deus que gravada internamente no indivíduo traz domínio e mudança ao seu ambiente externo. O modelo de caráter a ser seguido é o de Jesus Cristo. Podemos imitar pessoas, desde que elas sejam imitadoras de Cristo. As crianças aprendem por observação. Elas poderão observar o caráter de homens fiéis que ao longo da história fizeram a vontade de Deus para segui-lo e imitá-los. Devemos imitar a vida de pessoas que demonstraram as seguintes qualidades: fé e perseverança, amor fraternal, cuidado Cristão, diligência e produtividade, liberdade de consciência. “Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo.” I Co 11:1

“Irmãos, sede meus imitadores, e atentai para aqueles que andam conforme o exemplo que tendes em nós” Fl 3:17

Tornar-se responsável pela própria conduta, aprendizado e produtividade é fruto do caráter cristão. O treinamento do caráter começa no lar e sua base é formada até a idade de cinco ou seis anos. Caráter é formado através de escolhas diárias. Todas as escolhas têm consequências. Deus freqüentemente coloca Seus servos na escola do caráter, que incluem muitos testes e tribulações.

À medida que trabalhamos somos modelados por Deus e também deixamos nossa marca naquilo que fazemos. Para que o caráter de Deus seja manifesto externamente, tenho que me lançar ao trabalho enquanto Deus através de pressão e conflito molda o meu caráter segundo o do Seu filho.

4. Mordomia (propriedade)

“Consciência, a mais sagrada propriedade” (James Madison)

“Todo homem possui propriedade em sua própria pessoa.” (John Locke). Internamente, propriedade constitui o próprio indivíduo e sua consciência, sua mais sagrada propriedade. A propriedade externa é a produtividade dos talentos dados por Deus e colocados a uso para Sua glória.

Deus requer mordomia fiel de todos Seus dons, especialmente o da propriedade interna da consciência. Ela é a ferramenta do autogoverno à medida que cada criança aprende a revelação do consentimento. Cada indivíduo governa sua vida através do consentimento voluntário de fazer o que é certo ou errado. Significa valorizar suas convicções e consciência acima de todas as possessões exteriores, até mesmo a própria vida. A propriedade começa com a responsabilidade e produtividade individuais – mordomo primeiro, e então proprietário. Propriedade é a responsabilidade individual e mordomia individual. Um relacionamento correto entre os homens requer a proteção de ambas as propriedades: interna e externa.

5. Soberania.

Governo é o fluir de poder e autoridade. A fonte de toda autoridade, lei e governo encontra-se em Deus e é definida em Sua Palavra. O Deus Criador é o regente soberano do mundo.

Deus nos constituiu senhores de nós mesmos como um reflexo da Sua própria soberania. Podemos pensar, planejar, realizar e avaliar o que fizemos. Não fomos feitos marionetes, mas seres pensante e potencialmente prontos para um relacionamento de interdependência. A chave deste princípio é nos movermos na direção de descobrir e alinhar os nossos planos aos planos perfeitos de Deus. O único soberano absoluto é Ele. Nossas decisões precisam da direção da Sua vontade através da decisão voluntária do nosso coração.

“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.

Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal. Pelo que é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. Por esta razão também pagais tributo; porque são ministros de Deus, para atenderem a isso mesmo. Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” Rm 13:1-7

Este princípio é manifestado na distribuição do poder e autoridade de Deus através do homem como o Seu representante em diversas áreas da vida como soberano sobre a sua Criação.

6. Semeadura e Colheita:

Este princípio começa quando temos fé interna em Sua palavra e obedecemos. Cremos que podemos acreditar nas conseqüências. Esta fé nos leva a obedecer a Deus, interna e externamente. Quando duvidamos da sua palavra e desobedecemos, ou quando nos orgulhamos e desprezamos sua orientação e decidimos pelo nosso próprio caminho, o nosso fruto não será o crescimento, mas sim o declínio. Marcos 4:26-29: E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa. O Novo Testamento confirma o fato de que colheremos o que semeamos e onde também semeamos fará diferença. Assim, onde semearmos, colheremos. Se no espírito, vida; se na carne, morte. Cada um de nós necessita identificar áreas-chave em nossas próprias vidas e em nossa nação onde esse princípio tem sido violado ou praticado. Isso nos dará a raiz do fruto que estamos colhendo (ou a colher). Será ele de bênção ou de maldição? Quais as sementes lançadas? Obediência ou rebelião?

O praticar de um bom governo de acordo com os princípios de Deus, onde quer que esteja, a todas as áreas da vida, promoverá colher bênçãos dadas por Deus. Submissão a Deus e à Sua Palavra é a semente do autogoverno local. A semente é plantada primeiramente na família, uma das esferas de governo ordenadas por Deus, na qual os pais devem tomar responsabilidade de educar os filhos para o autogoverno.

7. Aliança – Unidade com Diversidade:

Acordo interno ou unidade, indivisível, produz união externa que é visível nas esferas do governo, economia, lar e comunidade. Antes que dois ou mais indivíduos possam atuar efetivamente juntos, eles precisam estar unidos em espírito nos propósitos e convicções. União voluntária resulta quando Deus trabalha através de homens de caráter cristão para que amem ao próximo, respeitem sua propriedade, e vivam debaixo das justas leis em uma república cristã.

“Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros.

De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria.” Rm 12:4-8

Este princípio é o um prolongamento do princípio da Individualidade. Neste temos o equilíbrio para aquele. A grande riqueza reside em nos completarmos e dependermos uns dos outros conforme as nossas individualidades, decidindo internamente andarmos juntos por um propósito maior, apesar das diferenças.

Educação por princípios – Colégio Judá

1. Aliança/União:

Mesmo sendo muitos, somos um corpo em Cristo e membros uns dos outros (Rm 12:5). Apesar de sermos diferentes, necessitamos uns dos outros e precisamos respeitar os nossos irmãos (1Pe 1:3-8).

Nossos alunos aprendem em todo o tempo a importância da aliança e união. Mesmo nas atividades mais simples do colégio, eles estão sempre aprendendo como fazer e refazer esse princípio, quando por alguma circunstância tenham-no quebrado. Amigos que se respeitam, fazem as pazes, se ajudam. Nós investimos nesses valores para que nossas crianças sejam verdadeiros seres humanos!

2. Caráter:

O desejo de Deus é formar a imagem e a natureza de Jesus em nós, ou seja, formar o caráter de Cristo em nós (Gn 1:26).

Muitos valores são ensinados através do caráter aos alunos do Judá, com objetivo de formarmos adultos fortalecidos mental e emocionalmente, que sabem seu valor e também valorizar e respeitar o seu próximo.

3. Mordomia:

Administrar, guardar, cuidar aquilo que é deixado sob nossa responsabilidade (Gn 2:15).

Toda a criação de Deus foi nos dada para administrar! É nosso dever cuidar e manter tudo de forma que não apenas nossa geração usufrua, mas também as próximas. Desde pequenos, nossos alunos aprendem a importância desse princípio!

4. Autogoverno:

É saber controlar nosso comportamento e atitudes em casa, com os pais e irmãos, na escola, na igreja, com os amigos, etc. Quando temos autogoverno, domínio próprio, somos capazes de cumprir as regras sem dificuldades, mesmo que não gostemos delas (Pv 25:28).

A escola é um ambiente onde os alunos experimentam uma série de sentimentos e emoções diferentes num mesmo dia. O Judá trabalha para que eles aprendam a se conhecer, se controlar e gerenciar tudo isso. Nós acreditamos que esse princípio aplicado agora, transformará nossos alunos em adultos equilibrados, seguros e conscientes!

5. Semear e colher:

Princípio da causa e efeito. Cada atitude nossa, palavra ou gesto, é uma semente, e de cada uma dessas sementes, vamos receber os frutos correspondentes (Gl 6:7b).

Nossos alunos aprendem que tudo o que for semeado será colhido, como no projeto Horta na Escola, onde eles plantam, cultivam e colhem o fruto do seu trabalho. Também são ensinados a semear o bem e o amor, através de suas atitudes. No Judá, todos são educados para amar!

6. Individualidade:

Apesar de sermos todos criados por Deus, somos diferentes e únicos para Ele. Precisamos aprender a conviver com os outros, respeitando essas diferenças (Rm 12:4-8).

Cada um de nós foi criado por Deus de forma especial, com talentos e qualidades únicos, que precisam ser respeitados e valorizados. No Judá, os alunos entendem que são amados e respeitados e são estimulados a amar e respeitar seus amigos, professores, pais e familiares!

ESCOLA DE LÍDERES – IGREJA DA RESTAURAÇÃO

Recuperando o raciocínio:

I João 1:7 – Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

As vezes temos a sensação de que estamos andando em círculos. É como se não saíssemos do lugar. Damos voltas e voltas. Parece que estamos em uma esteira ergométrica. Apesar da velocidade que aparece no painel de controle, não saímos do lugar inicial… a paisagem que avistamos é a mesma, e não avançamos para outros lugares. Isso acontece quando não vivemos segundo os princípios estabelecidos por DEUS.

Por vezes nos tornamos o crente “Chapolim Colorado”. Vivemos dizendo: Sim, eu vou… Sim, eu faço… e nunca fazemos nada. Contudo, a mudança está em nossas mãos e a exemplo do Apóstolo Paulo devemos romper com as coisas que já deveriam estar em nosso passado e seguirmos para o alvo. Filipenses 3:13-14: mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Quando aprendemos a viver por princípios então temos a nossa mente trazida cativa à cruz. Temos nosso eu forjado e passamos a entender e viver os fundamentos do Reino como verdadeiros cidadãos do céu.

Quais são os princípios bíblicos?

Caráter (Gn 1:26 / I PE 1:16);

Mordomia (Gn 2:15);

Semear e colher (Gn 2:16, 17 / Gl 6:7);

Autogoverno (PV 25:28 / Gn 4:7);

Soberania (Ex 15:18);

Individualidade (Gn 2:20 / Rm 12:4-5);

União/Aliança (Rm 12:4-5)

Caráter (Gn 1:26 / I PE 1:16);

Caráter é o conjunto de qualidades, defeitos e hábitos que cada indivíduo tem. Segundo o site www.significados.com.br, caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo.

Com isso, embora estejamos acostumados a ouvir muitas pessoas dizerem que outras não têm caráter, acabamos de concluir que todos têm caráter. Acontece que às vezes ele é mau, quando na verdade deveria ser bom.

No livro de Gênesis, 1:26 está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;”

Quando DEUS criou o homem impingiu nele o seu caráter, o seu espírito, a sua personalidade, ou seja, formou o homem à sua imagem e semelhança.

O princípio caráter permeia toda a bíblia. Vemos o trabalho de DEUS na vida de homens e mulheres para que essas marcas começassem a produzir um novo estilo de vida. Deus sempre está trabalhando em nós. Estamos sempre em reforma… As vezes o trabalho de DEUS em nossa vida casa dores em nós mesmos e em muitos que estão a nossa volta. Para garantir a segurança de muitos queridos, talvez a medida de segurança mais aconselhável seria a fixação de uma placa indicativa dizendo: Desculpe-me pelo transtorno, estou em obras.

Para melhor compreendermos, o caráter é uma marca feita por meio de cortar, raspar, imprimir.

Quando o homem edênico caiu, o caráter de DEUS no homem foi comprometido. Contudo a obra salvadora de Jesus tem nos conduzido à restauração dessa imagem.

Para sintetizar, podemos dizer que o mal caráter está diretamente ligado aos frutos da carne, os quais estão relacionados em Gl. 5:16-21.

De igual modo, podemos também dizer que o bom caráter está diretamente ligado aos frutos do Espírito, os quais o apóstolo Paulo relaciona na carta aos Gálatas 5:22-23.

Reflita:

Em qual área Deus está trabalhando no seu caráter neste momento?

Como você está aceitando as pressões e conflitos pelos quais tem passado?

Como a sociedade em geral e seus colegas não-cristãos reagiriam diante de situações semelhantes a que você está vivendo?

Quais as características de JESUS que já fazem parte do seu caráter?

2. Princípio da mordomia

A palavra mordomia neste contexto, significa cuidado, zelo, administração de bens materiais como imateriais. O mordomo tem o dever de cuidar de algo que lhe foi confiado como se fosse dele, pois no tempo certo deverá prestar contas do que lhe fora confiado.

Vemos essa verdade por toda a Bíblia Sagrada, desde o Jardim do Éden onde Deus colocou Adão para que cultivasse e guardasse a terra. Veja Gn. 2:15 Tomou, pois, o Senhor DEUS ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. Esse era o exercício de mordomia para Adão.

Deus sempre nos deu coisas para que cuidemos e zelemos, tanto de propriedades internas como externas: Nosso corpo, nossa mente nossos bens materiais, dons, filhos, pessoas, nosso ministério, a natureza… e a esse respeito o apóstolo Paulo foi incisivo com Timóteo ao escrever-lhe Não te faças negligente para com o dom que há em ti (…) (1 Tim 4:14)

Em apocalipse o Senhor exorta o anjo que estava na igreja de Filadélfia: Eis que venho sem demora. Conserva o que tens para que ninguém tome a tua coroa AP. 3:11.

O inimigo do princípio da mordomia é a negligência:

II Crônicas 29:11 – Agora, filhos meus, não sejais negligentes; pois o SENHOR vos tem escolhido para estardes diante dele para o servirdes, e para serdes seus ministros e queimadores de incenso.

Provérbios 18:9 – O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador.

Mateus 25:26 – Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?

Somos mordomos de DEUS. Precisamos entender que tudo que temos foi Ele quem nos deu. Se quisemos comer o melhor desta terra, vamos ter que saber administrar tudo aquilo que nos é dado. Se formos fiéis ao Senhor, Ele nos suprirá em tudo, segundo as Suas riquezas em glória.

3. Semear e colher

Não vos enganeis: De Deus não se zomba; pois tudo o que o homem semear certamente colherá (Gálatas 6:7).

As vezes temos dificuldades em compreender o princípio da semeadura e da colheita, uma vez que vivemos uma economia pautada na industrialização ou na prestação de serviços do terceiro setor. No entanto, para aqueles que já trabalharam na agricultura esse princípio é bastante rotineiro e claro.

Isso porque a pessoa que vive da agricultura sabe que quando ela plantar ela vai colher desde que observe algumas condições:

A espécie da semente;

A qualidade da semente;

A qualidade do solo;

O tempo de plantar cada semente…

As vezes nos colocamos a pensar onde é que estamos errando quando não conseguimos encher nossos cestos, nossas aljavas, nosso regaço. E não compreendemos que estamos falhando na semente, no solo ou no tempo determinado.

Adão e Eva foram colocados no jardim do Éden sob a seguinte ordem: De toda a árvore do jardim comereis, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, não comereis, pois no dia em que comerdes certamente morrereis.

Quando desobedeceram a DEUS plantaram a desobediência e rapidamente colheram a morte.

Não tardou e o homem conheceu bem de perto a morte… primeiramente do animal que foi morto para lhes fornecer roupas… depois a triste morte de seu filho Abel, e assim sucessivamente.

Em Oséias 8:7 lemos: Porque semearam vento, e segarão tormenta, não haverá seara, a erva não dará farinha; se a der, tragá-la-ão os estrangeiros.

Faz alguns anos, a febre do livro O SEGREDO que era baseado na LEI DA ATRAÇÃO alvoroçou muitas pessoas que de certa forma eram ensinadas a terem pensamentos otimistas para atrair coisas boas. Contudo isso não encontra respaldo na palavra do Senhor que nos ensina a semear a semente certa no terreno e tempos certos.

Lucas 6:38 Daí, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.

Na sociedade que vivemos hoje, tão imediatista, pensamos sempre em retornos rápidos, mas devemos ter em mente que o nosso dever é plantar e também regar, mas o crescimento da semente vem do Senhor.

4. Autogoverno

Provérbios 25:28 Como a cidade derrubada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.

Governar significa ter domínio e autoridade sobre algo ou alguém. Autogoverno significa ter domínio próprio.

Quando Deus criou o homem deu a ele uma capacidade que não foi dada a nenhum outro ser: raciocinar para poder decidir. Todos os animais criados por Deus são movidos pelo instinto de sobrevivência, de procriação, de alimentação… em fim. São desprovidos, entretanto, de raciocínio, razão pela qual não se pode cobrar deles o autogoverno.

O homem pensa, raciocina, decide. Por tais atributos podemos dizer que autogoverno é a capacidade que o homem tem de controlar o seu comportamento e as suas atitudes em casa, na escola, em qualquer lugar que estiver.

Esta é uma capacidade maravilhosa que Deus nos concedeu como fruto do seu Santo Espírito.

Às vezes, nos deixamos ser governados, manipulados pelas pressões, pela moda, pela mídia, pela modernidade, por “plantas” e por tantas outras coisas.

Por vezes também nos deixamos levar por nossas emoções e tolamente dizemos frases como:

Faço o que meu coração manda, ele me governa…

Não ligo para o que alguém fale, faço o que sinto vontade.

Contudo, exercer o domínio próprio não é satisfazer a própria vontade ou a vontade dos outros mas sim, tomar a decisão de conhecer a vontade de DEUS e obedecê-la, em submissão e amor, em cada atitude que tomamos.

5. Soberania

Segundo o dicionário, soberania quer dizer: poder supremo, autoridade moral, autoridade do soberano, qualidade ou estado do que é soberano.

O princípio da Soberania nos ensina que DEUS é Senhor sobre todas as coisas. Ele é supremo soberano de todo o universo. Ele é criador de todas as coisas, em todo o universo. Tudo existe porque Ele as fez e elas continuarão a existir enquanto Ele sustentar.

A BÍBLIA deixa evidente a soberania de DEUS:

Com seu povo DEUS disse pela boca do profeta Jeremias:

Jeremias 23.24: “Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? —diz o SENHOR; porventura, não encho eu os céus e a terra? —diz o SENHOR”.

Jó também reconhece a soberania do SENHOR:

“Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.2).

No Salmo 139, nos versículos 1 – 4 podemos nos maravilhar com o rei DAVI, quando fala do poder e soberania de DEUS nas nossas vidas quando afirma que o SENHOR o conhece nossos pensamentos, sabe quando nos deitamos e quando nos levantamos, conhece todos os nossos caminhos e, antes mesmo da palavra chegar à nossa boca Ele sabe o que vamos falar.

6. Individualidade

O apóstolo Paulo escreveu aos Romanos 12: 4 – 8 a respeito da Igreja do SENHOR que é o corpo de CRISTO. Esclarece que como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos tem a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em CRISTO e membros uns dos outros.

Assim, individualidade é a identidade de cada um. DEUS criou-nos com identidades distintas. Cada um é um. Identidade fala de características específicas que cada indivíduo tem.

Conhecermos referido princípio é de suma importância para o nosso caminhar na fé desfrutando da alegria de caminharmos lado a lado com nossos irmãos, entendendo que é o SENHOR que trata a todos de forma individual, mas a nós cabe tratar uns aos outros de forma a proporcionar o ajuste e o pleno funcionamento do corpo de CRISTO.

O indivíduo, invariavelmente apresenta fraquezas mas o corpo trabalha coletivamente para a cura do membro adoecido. Nesse sentido o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos que estavam em Éfeso:

(…) andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, (…) Efésios 4: 1 – 3.

Não raramente vemos a intolerância em lugar do suporte, lembrando que suportar uns aos outros não é “engolir”, “tolerar”, mas sim, auxiliar, servir de suporte.

7. União – Pacto – Aliança

Um dos fundamentos do REINO de DEUS é a aliança. O poeta pode escrever em um dos seus versos: DEUS de aliança, DEUS de promessas, DEUS que não é homem pra mentir… Mas não é raro cantarmos sem, contudo, voltarmos nossa atenção para o que efetivamente estamos cantando.

O que a Bíblia diz a respeito desses versos? Será que DEUS é um DEUS de aliança?

A Bíblia Sagrada está repleta de alianças que DEUS estabeleceu com o homem. Vejamos alguns exemplos:

1) Com Noé: Logo depois do dilúvio, quando Noé juntamente com sua família saiu da arca DEUS se aliançou com aquela família e com as gerações futuras de que nunca mais destruiria a vida humana com água. E para selar a aliança que DEUS fez naquele ato, colocou sobre as nuvens o arco-iris. Leiam Gênesis 9: 11-15.

2) Com Abraão: Abraão creu no SENHOR e isso lhe foi imputado por justiça. Então o SENHOR DEUS estabeleceu com Abraão a aliança de dar a ele e a seus descendentes um determinado território. Leiam Gênesis 15: 18.

3) Com a humanidade: DEUS estabeleceu como aliança o próprio JESUS. Podemos ver que a condição para a reconciliação do homem com DEUS é o sacrifício de JESUS na cruz do calvário e por causa disso, todo aquele que crer no SENHOR JESUS não perece mas tem a vida eterna (João 3:16) Mas o contrário também é verdade, pois quem não crer já está condenado pois não creu no nome do unigênito filho de DEUS (João 3: 18).

Porque será que quem não crer já está condenado?

Porque aliança pressupõe a aceitação das duas partes aliançadas. DEUS propôs a aliança, mas quem não aceita se aliançar com DEUS não pode se beneficiar do compromisso da salvação pois não aceitou o pacto.

10 princípios bíblicos para honrarmos a Deus nas finanças

Quero dar 10 diretrizes para vivermos de modo digno em nossas finanças:

1. Deus é a Fonte

Precisamos entender que Deus é a fonte. É de Deus que vem todas as coisas que necessitamos, inclusive as materiais.

• Filipenses 4:19 – O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus

• Provérbios 8:20-21 – Faço andar pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo. Para que faça herdar bens permanentes aos que me amam, e eu encha os seus tesouros

• 2 Coríntios 9:8 – E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra [incluindo generosidade material]

Isso não é Teologia da Prosperidade. A Teologia da Prosperidade distorce a verdade bíblica de que Deus é dono do ouro e da prata buscando sujeitar o Senhor do Universo a um servo de nossos caprichos.

2. Contribuição é Essencial

Deus nos chama sermos generosos confiando que ele nos sustentará. Quando contribuímos generosamente à causa do Reino e do necessitado, horamos ao Senhor.

• Lucas 6:38 – Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.

• Deuteronômio 14:23 – E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus todos os dias.

• Provérbios 3:9 – Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos.

3. Viva com Margem

Qual a margem de segurança que você planeja para sua vida? Aprenda a viver e trabalhar com margem física, margem espiritual, margem de tempo e margem financeira. Margem é “o espaço entre o nosso fardo e nossos limites” (Richard Swenson). O artigo Três Perigos a Evitar Quando Você Está Super Ocupado, de Kevin De Young, será de grande valia para entender isso.

• “E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; e o temor do Senhor será o seu tesouro”. – Isaías 33:6

• “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” – João 10:10

4. Economize

A Bíblia nos ensina a economizas, pois há tempo de colher e tempo em que a colheita diminua. A ideia “comamos e bebamos porque amanhã morreremos” é uma ideia do mundo.

• Provérbios 13:11 – A riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.

• Provérbios 6:6-8 – Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento.

• Provérbios 21:20 – Tesouro desejável e azeite há na casa do sábio, mas o homem insensato os esgota.

5. Não deva

A Bíblia coloca a dívida como escravidão. Então, evite endividar-se.

• Provérbios 22:7 – O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta.

• Deuteronômio 15:6 – Porque o Senhor teu Deus te abençoará, como te tem falado; assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti.

6. Esteja satisfeito com o que tem

Paulo fala que ele aprendeu o contentamento. Em nossa carne, estamos sempre financeiramente insatisfeitos, mas podemos aprender.

• Hebreus 13:5 – Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.

• 2 Coríntios 6:10 – Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.

• Lucas 3:14 – E uns soldados o interrogaram também, dizendo: E nós que faremos? E ele lhes disse: A ninguém trateis mal nem defraudeis, e contentai-vos com o vosso soldo.

• Filipenses 4:11 – Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.

7. Registre e planeje (orce)

Se você não sabe onde quer chegar, nunca chegará lá. Então, registre seus gastos e planeje seu orçamento.

• Provérbios 24:3, 4 – Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; E pelo conhecimento se encherão as câmaras com todos os bens preciosos e agradáveis.

• Lucas 14:28 – Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?

8. Não avalize

Provérbios alerta diversas vezes contra ser fiador.

• Provérbios 11:15 – Decerto sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho, mas o que evita a fiança estará seguro.

• Provérbios 22:26 – Não estejas entre os que se comprometem, e entre os que ficam por fiadores de dívidas.

• Provérbios 27:13 – Quando alguém fica por fiador do estranho, toma-lhe até a sua roupa, e por penhor àquele que se obriga pela mulher estranha.

9. Trabalhe com afinco

O Senhor nos ordena que trabalhemos com afinco, sem nos entregarmos a ociosidade.

• Provérbios 14:23 – Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza.

• Provérbios 28:19 – O que lavrar a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que segue a ociosos se fartará de pobreza.

• Deuteronômio 5:13 – Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho.

10. Busque bons conselhos

Cuidado com o conselho dos seus amigos do mundo (ímpios), mas sempre busque a opinião de irmãos sábios e experientes.

• Salmo 1:1 – Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios.

• Provérbios 15:22 – Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam.

• Provérbios 19:20 – Ouve o conselho, e recebe a correção, para que no fim sejas sábio.

5 valores e princípios cristãos na Bíblia

O mundo atual carece de valores cristãos. A falta de virtudes bíblicas tem levado às pessoas para um atoleiro sem fim, onde tudo é permitido, é superficial, egoísta e ao mesmo tempo, vazio de sentido e sem razão de ser. Os cristãos podem desempenhar um excelente papel na sociedade se estiverem munidos dos princípios que Jesus Cristo ensina.

1. Valor: Justiça

Pois o Senhor é Justo e ama a justiça, os retos verão a sua face.

– Salmos 11:7

O senso de justiça é imprescindível para que as pessoas vivam relações mais equilibradas e corretas umas com as outras. Deus é justo (Salmos 11:7) e nos justifica através de Jesus Cristo. Por isso, nas escolhas do que é bom (legal) e justo, discernindo o que é certo e errado e entendendo as consequências dos seus atos.

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2. Princípio: Verdade

E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará”.

– João 8:32

A verdade, infelizmente, é um princípio pouco valorizado nos nossos dias. No entanto, sem ela viveremos em meio a um turbilhão de mentiras e falsidade. Jesus disse que era a própria verdade (João 14:6). Fale sempre a verdade, sempre (Efésios 4:25). Seja um exemplo prático de alguém verdadeiro e de confiança (Provérbios 12:19).

Jesus era verdadeiro e sincero com as pessoas, em todas as situações. Isso agrada a Deus (1 Coríntios 13:6). As famílias e as demais áreas da sua vida serão beneficiadas se ensinarmos a verdade e transparência aos nossos filhos. Siga o padrão da Verdade que é Jesus. Quando mentimos é como se adotássemos um novo pai: O Pai da mentira (João 8:44).

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3. Valor: Obediência

“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.”

– João 14:15

Obedecer não é uma tarefa fácil. As pessoas nascem inclinadas a desobedecer e transgredir. Trata-se do tal “defeito”, comum a todos nós e iniciado lá em Adão e Eva: o pecado. Por isso, a maioria de nós temos dificuldades em respeitar às autoridades e obedecer regras e leis. No entanto, para o cristão, ‘obedecer’ deve estar entre as suas palavras de ordem, pois sabemos que é o correto a se fazer.

A obediência é importante e agrada ao Senhor. Há sempre boas recompensas para aqueles que obedecem o que é certo. Obedecer a Deus está diretamente relacionado com o amor que temos por Ele. E quando O amamos, não é pesado obedecer às Suas Leis e mandamentos (1 João 5:3).

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Porém Samuel disse: — Será que o Senhor tem mais prazer em holocaustos e sacrifícios do que no obedecer à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o ouvir é melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado da feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e o culto a ídolos do lar.

– 1 Samuel 15:22-23a

4. Princípios: Honestidade e Lealdade

Portanto, volte para o seu Deus; pratique a lealdade e a justiça, e confie sempre no seu Deus.

– Oséias 12:6

Ser leal é uma qualidade um pouco rara ultimamente. Essa virtude está aliada a outras qualidades como: a fidelidade, honestidade (1 Pedro 3:2) e bom caráter. A pessoa revela sua lealdade na maneira como lida com as outras pessoas, em como cumpre seus compromissos e em como é fiel aos seus princípios.

Infelizmente, em todos os âmbitos da vida, haverá sempre muitos atrativos para a corrupção, traição e infidelidade. Mas se praticarmos esse princípio, à luz da Bíblia, teremos mais chances de vencer os convites para a desonestidade (Salmos 1). A lealdade revela um caráter firmado em valores de Deus. Ela é importante para nossa prática de virtudes e valores, porque assim, poderemos incorporá-las e guardá-las com fidelidade. Deus se agrada dos que são honestos e leais (Jeremias 9:24).

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5. Valor: Gratidão

Em tudo, deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.

– 1 Tessalonicenses 5:18

Aprenda a agradecer. Mais do que uma regra de boa educação, o ” muito obrigado” revela a atitude certa de um coração grato e reconhecido pelos bens que recebe. Ao contrário, a pessoa ingrata desconhece a bondade de Deus e das pessoas à sua volta. Sempre pensa que os outros são obrigados a fazerem as suas vontades e agem como se nada de bom lhe acontecesse diariamente. A tendência das pessoas ingratas é se tornarem amargas, rancorosas e egoístas.

Agradeça por tudo que recebe. Isso fará com que seja agradável perante as pessoas e principalmente para com Deus.

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PRINCÍPIOS DE DEUS PARA UMA VIDA BEM-SUCEDIDA

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“Seja forte e corajoso, porque você conduzirá esse povo para herdar a terra que prometi sob juramento aos seus antepassados. Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem sucedido por onde quer que andar. Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido. Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” (Josué 1.6-9)

Além da experiência de Josué, a Bíblia está repleta de princípios para a prosperidade e o sucesso dentro do padrão divino. Deus tem princípios que, se aplicados, o levarão a ter uma vida bem-sucedida em todas as áreas. Porém, é necessário estar convicto do que disse o profeta Oseias:

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor…” (Oseias 6.3)

Sendo assim, quais são os princípios de Deus para uma vida bem-sucedida?

Para ter uma vida bem-sucedida…

1. Não Desperdice as OPORTUNIDADES

“E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles.” (Mateus 25.16-19)

2. Decida pagar o preço da EXCELÊNCIA

“O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas. Lembrem que o Senhor lhes dará como recompensa aquilo que ele tem guardado para o seu povo, pois o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo.” (Colossenses 3.23-24)

 Seja DEDICADO

 Seja CONFIÁVEL

 Faça mais que o MÍNIMO

3. Saia da sua ZONA DE CONFORTO

“E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me. Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades.“ (Marcos 10.21,22)

4. Aprenda a Lidar com MUDANÇAS

“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar.” (Eclesiastes 3.1-7)

Quatro coisas importantes que devem ser consideradas:

 Primeiro: nada acontece por acaso em sua vida. Tudo tem um propósito.

 Segundo: muitas vezes é preciso criar maneiras de lidar com essas mudanças. Por isso, seja criativo.

 Terceiro: na maioria das vezes, é preciso envolver outras pessoas nessas mudanças, principalmente quando se é casado e tem filhos.

 Quarto: esteja disposto a aceitar e se ajustar às mudanças que eventualmente nos são impostas pelas circunstâncias.

5. Credite o seu sucesso a DEUS

“Não erreis, meus amados irmãos. Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” (Tiago 1.16,17)

Conclusão:

Os princípios de Deus são eternos e imutáveis. Seus resultados são sempre positivos. Você nunca se tornará um fracassado ou frustrado se estiver alinhado com o propósito de Deus para sua vida obedecendo a todos os Seus princípios.

Para ter uma vida bem-sucedida…

1. Não Desperdice as OPORTUNIDADES

2. Decida pagar o preço da EXCELÊNCIA

3. Saia da sua ZONA DE CONFORTO

4. Aprenda a Lidar com MUDANÇAS

5. Credite o seu sucesso a DEUS

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